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Cólica -Tipos, Causas e Tratamentos

Uma em cada quatro pessoas sofre com desconfortos abdominais. Entenda o que acontece com seu corpo e drible esse mal-estar. As dores na região do abdômen podem afetar rins, intestino, vesícula, aparelho reprodutor feminino e até bebês.

A cólica é uma dor que acomete órgãos ocos, como estômago, intestino e útero. O desconforto pode ser leve e acontecer de maneira gradual ou, ainda, desencadear dores intensas, ocorrendo picos entre piora e melhora.

Nosso organismo é uma máquina perfeita, mas requer cuidados especiais para se manter sempre em bom funcionamento. Isso porque o corpo humano é muito sensível às influências internas e externas, por isso é importante sempre realizar um check-up com seu médico para saber se está tudo bem e fazer boas escolhas na hora das refeições.

Cerca de um terço das pessoas que tem cólica apresenta dores fortes pelo menos uma vez por semana, prejudicando a rotina diária. Em geral, elas são causadas por:

  • Ingestão de alimentos gordurosos, ácidos ou que provocam flatulência.
  • Estresse ou nervosismo.
  • Espasmos nos músculos da região abdominal.
  • Complicações nos órgãos digestivos e reprodutores (no caso das mulheres).

As dores abdominais mais comuns são as que acontecem no período que antecede a menstruação (em alguns casos, o mal-estar pode se prolongar até o final do ciclo), quando o indivíduo sofre com a Síndrome do Intestino Irritável ou em casos de cálculos renais. Mas, existem também as dores causadas por problemas na vesícula e cólicas que afetem os bebês, que tendem a sentir o desconforto nos primeiros meses de vida.

Para ajudar você a prevenir e combater a dor… As principais causas de cada tipo de cólica, os sintomas e os tratamentos mais eficazes. Confira!como aliviar colica menstrual

Cólica menstrual: A cólica menstrual pode causar indisposição, mau humor, dor de cabeça e até náusea. Aos olhos de muita gente pode parecer frescura, mas, só quem passa ou já passou por uma crise de cólica menstrual ou dismenorreia, sabe os poderes que a dor exerce sobre a mulher. O principal sintoma é dor (leve, moderada ou intensa) no baixo ventre, que pode se estender para as costas e pernas.

Quando a cólica é muito forte, desencadeia outros problemas, como enxaqueca, indisposição, náusea, vômitos, inchaço das mamas e, em casos mais sérios, pode haver desmaio. Existem dois tipos de cólica: primária e secundária.

A primária caracteriza-se pela menstruação dolorosa, sem lesões nos órgãos pélvicos. A secundária está ligada a alterações do sistema reprodutor, como endometriose, miomas uterinos, infecção pélvica, uso de dispositivo intrauterino (DIU) como método contraceptivo e anormalidades no útero ou na vagina.

As cólicas podem ser combatidas com simples mudanças de hábitos, além de medicamentos que diminuem as contrações uterinas, como antiespasmódicos e anti-inflamatórios, que só devem ser ingeridos sob prescrição médica.

Para a cólica primária recomenda-se uma alimentação balanceada, com menos gordura animal, laticínios e ovos. Consumir mais vegetais, frutas, legumes e grãos. Exercício físico praticado de forma regular, banhos e compressas de água morna, além de massagens relaxantes também ajudam no alívio da dor.

Já para a cólica secundária, vai depender do histórico da paciente e sua necessidade. Em casos de endometriose e miomas, a melhora pode ser alcançada com métodos hormonais ou cirurgia. Para as infecções, por exemplo, o tratamento é feito através do uso de antibióticos. como tratar dor nos rinsCólica de rim: É uma das piores dores que existe, mas você pode manter as predrinhas bem longe do seu organismo. É uma dor intensa e tende a oscilar, ou seja, aparece e vai embora várias vezes ao longo do dia.

A cólica é causada por cálculos ou pedras no rim, ureter, bexiga ou uretra, que causam obstrução da urina, dilatando o órgão afetado. Homens e mulheres são vítimas desse desconforto. O principal sintoma da cólica renal é dor lombar, geralmente em um dos lados das costas.

É uma dor aguda, que pode alcançar os genitais femininos e masculinos, conforme as pedras caminhem pelas vias urinárias. Ao contrário do que se pensa, não existe uma posição que alivie ou intensifique a cólica, que pode ser seguida de náuseas e vômitos.

Para evitar a formação de cálculos, o paciente pode recorrer a medicamentos ou mudar determinados hábitos, como a alimentação, por exemplo. Foi comprovado que diminuir o consumo de sal no dia a dia reduz a chance de uma pessoa ter pedra nos rins.

O mesmo vale para as proteínas que, em excesso, podem favorecer o aparecimento dos cálculos. Ingerir cerca de 2 litros de água por dia é uma prática que também ajuda a não formar as pedras, já que a água auxilia no bom funcionamento do rim.

Em primeiro momento, o paciente é tratado com analgésicos, antiespasmódicos e anti-inflamatórios. Nos casos leve de cólica renal, a pessoa pode ser medicada em casa. Já em situações mais graves, é preciso internação hospitalar. As pedras com até 7 milímetros passam pelo canal urinário sem grandes complicações. Até que o paciente as elimine, ele é tratado com analgésicos.

Já os cálculos maiores podem ficar presos ao entrar no ureter, havendo necessidade de intervenção cirúrgica para retirá-los:

Litotripsia: São ondas de choques usadas para remover as pedras que estão perto do rim, sendo eliminadas pela urina.

Nefrolitotomia: Procedimento recomendado para cálculos maiores que estão perto ou dentro do rim ou para casos em que há má formação do órgão. A pedra é removida por um endoscópio.

Ureteroscopia: Feita em situações em que o cálculo está no trato urinário.

Cólica abdominal: As dores na região do abdômen podem apresentar queimação, pressão, cólica, entre outros sintomas. Como é uma parte do corpo que contém muitos órgãos (estômago, intestino, fígado, rins, vesícula, baço e pâncreas), fica difícil descobrir as causas do desconforto de forma imediata.

As dores podem começar no meio da barriga, se concentrar em volta do umbigo ou na parte alta e baixa do estômago. É uma sensação de aperto e soltura do abdômen.

Quando ocorre um vazio no estômago, certa ardência ou sensação de fome, essa dor pode ser associada a complicações no aparelho digestivo, como gastrite. Já as dores que acometem a região abaixo das costelas, indicam que algo pode estar errado com o fígado ou a vesícula.

A cólica no meio da barriga, seguida de diarreia pode ser sintoma de gastrenterite (inflamação da mucosa intestinal) ou isquemia intestinal (falta de irrigação sanguínea do intestino).

Para o tratamento, são usados antiespasmódicos, medicação que relaxa a musculatura da víscera oca acometida, desfazendo o espasmo e controlando a dor. Em casos mais graves, são indicados analgésicos e sedativos, todos com prescrição médica.

É recomendado evitar alimentos picantes, café e ingredientes condimentados. Se houver prisão de ventre, consuma alimentos rico em fibras e, em caso de diarreia, o melhor é seguir uma dieta pobre nessas substâncias.remedio para pedra na vesiculaPedra na vesícula: O sintoma mais evidente é a dor ou cólica na zona do estômago ou debaixo das costelas à direita, podendo estender-se para o lado esquerdo, costas, peito ou restante do abdômen.

A dor pode surgir subitamente, causando náuseas, vômitos, intenso mal-estar e, tende a durar minutos ou horas. A dor vai aumentando durante 15 a 30 minutos e depois tende a diminuir gradualmente.

Ainda não se sabe cientificamente como os cálculos biliares são formados. Há quem defenda que uma das maneiras de prevenir o problema é ingerir bastante água durante o dia e investir em uma alimentação leve e saudável.

Pessoas com idade avançada, com histórico de alcoolismo ou diabéticas devem ficar alertas, pois tem mais tendência de sofrer com essas cólicas. Em casos de pedra na vesícula, a cirurgia é o tratamento mais adequado e dever ser feito o quanto antes.

Cólica intestinal: Os sintomas são dores intermitentes, provocadas por gases que distendem o abdômen. As crises podem variar entre prisão de ventre e intestino solto, dando sempre a sensação de que não houve a total evacuação.

Existem alimentos que aceleram muito a eliminação do bolo fecal (feijão, repolho, leite-em casos de intolerância à lactose- e café), lesando a mucosa e causando diarreia.

Outros podem atrasar esse processo, fazendo com que os movimentos peristálticos percam a regularidade e provoquem cólicas intestinais, além de complicações para evacuar ( carne gordurosa, produtos industrializados, pães, massas, biscoitos feitos com farinha branca, açúcar, entre outros).

É importante manter uma rotina alimentar saudável para combater as cólicas. Beber muito líquido ao longo do dia, de preferência água, ingerir frutas, legumes e verduras, preferir carnes magras, optar por ingredientes integrais como arroz, massas e biscoitos, controlar a quantidade de fibras durante as refeições (aveia, linhaça, quinoa…) em casos de diarreia.remedio para colica em bebeCólica em bebês: Ter um bebê novinho em casa é um desafio constante. E quando ele chora o tempo todo, isso pode ser ainda mais difícil! Muitas mães (ainda mais se forem de primeira viagem) não sabem o que fazer quando o filho não para de chorar. Pode ser fome, sono, cansaço ou, ainda, sinal de cólicas. Mas como reconhecer e saber o que fazer neste momento?

Dá-se o nome de cólicas de bebês ao quadro de choro que começa após a segunda semana de vida, com um pico na sexta semana e atingindo até 16 semanas. O choro dura pelo menos, três horas ao dia, repetindo durante três dias, ocorrendo, geralmente, por três semanas. Se essa for uma situação comum, há grandes chances de o bebê estar com cólica.

Entre as possíveis razões estão a imaturidade do sistema digestivo do bebê, a flora intestinal (microbiota) ainda em formação e até questões de tensão familiar, envolvendo a insegurança materna.

O jeito incorreto de amamentar a criança, colocando-a na posição errada, pode favorecer a ingestão de ar e causar gases no bebê. Além desses fatores, as cólicas nos bebês podem ser causadas por problemas clínicos como intolerância à lactose, alergia à proteína do leite de vaca (APLV), refluxo gastroesofágico, entre outras patologias que devem ser diagnosticadas por um médico.

Tanto a dieta da gestante, quanto da lactante deve ser completa e equilibrada, sem nenhuma restrição. Uma alimentação saudável, hidratação, um vínculo familiar com apoio à mãe para a amamentação, um ambiente tranquilo, muito aconchego e colo para o bebê podem ser fatores importantes na prevenção das cólicas infantis.como tratar colica no bebêPara tratar as cólicas nos bebês, as massagens na barriguinha são ótimas opções, assim como banhos mornos, que também podem ser boas alternativas. Ainda é indicado aquecer a barriga do recém-nascido ou colocá-lo no colo na posição de bruços. Porém, é preciso ter cuidado com essa posição e não permitir que o bebê durma assim, pois corre o risco de ter a Síndrome da Morte Súbita.

Já a automedicação é absolutamente contraindicada em qualquer situação. Qualquer tipo de tratamento, seja alopático ou homeopático, ou até a restrição na alimentação deve ser orientado pelo médico após avaliação criteriosa em consulta e examinando a criança.

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