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Diabetes, causa e tratamento

Entenda o que é a doença e como é possível diagnosticá-la!

Disfunção que compromete toda a defesa do organismo, principalmente o sistema circulatório, dificultando a reparação dos tecidos ósseos e moles e que atinge milhares de pessoas em todo o mundo. diabetes

Além da atenção ao diagnóstico precoce, outra questão torna-se indispensável para a melhora deste quadro, a adequada orientação ao paciente.

Pessoas que não são devidamente orientadas e tratadas incorrem no risco de apresentar complicações como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, perda da visão, insuficiência renal com possibilidade de hemodiálise, perda da sensibilidade nos pés com risco de amputação e impotência sexual.

Passível de diagnóstico em todas as fases da vida, a doença muitas vezes chega a comprometer vários membros de uma mesma família. A ocorrência deve-se ao importante fator hereditário envolvido.

Os tipos mais Comuns são:

Diabetes do tipo 1: É predominante em crianças e adolescentes, decorrente da falência da produção de insulina pelo pâncreas e geralmente não é associada à hereditariedade. A forma de apresentação caracteriza-se por excesso de micção( urinar mais do que o usual), de sede e grande perda de peso em pouco tempo.

Tratamento: Deve-se fazer reposição hormonal usando insulina.

Diabetes do tipo 2: É a forma mais comum nos adultos e idosos e tem um forte componente hereditário. Na maioria das vezes, diagnostica-se a doença por meio de exames de rastreamento nos pacientes com alto risco, como obesos, sedentários, portadoras de síndrome dos ovários policísticos e com histórico familiar de diabetes.

Tratamento: deve-se fazer o uso de medicações que otimizem o funcionamento da insulina que o organismo já produz. Entretanto, pode ser necessário o uso de insulina também.

Diabetes gestacional: Como o próprio nome já diz, essa versão do diabetes ocorre durante a gestação, em mulheres que não eram consideradas diabéticas. Isso acontece porque a gestante produz quantidade insuficiente de insulina para ela e seu bebê.

Essa situação deve terminar junto com a gravidez, porém, enquanto isso não acontece é preciso ter alguns cuidados, já que essa gestação é considerada de risco. O diabetes gestacional poderá levar desde a parto prematuro até a uma má formação do feto. Também, normalmente, o bebê nasce com o peso acima do normal.

Tratamento: O controle dos níveis de glicose no sangue é essencial para a saúde da gestante e do bebê. Alimentar-se de forma equilibrada, incluir a prática de exercícios físicos na sua rotina e seguir as recomendações médica.

Mesmo o diabetes não sendo curável, é extremamente tratável e controlável. A medida terapêutica para qualquer tipo de diabetes é a modificação do estilo de vida. Iniciar atividades físicas regulares, manter uma dieta equilibrada e balanceada, diminuir o estresse e interromper o tabagismo, pois essas atitudes modificam o prognóstico da doença.como controlar a diabeteNíveis ideais: No exame de glicemia em jejum, o resultado é dado em miligramas de glicose por decilitro de sangue. Confira o que os resultados indicam, de acordo com a ANAD(Associação Nacional de Atenção ao Diabetes).

Até 99mg/dl: Normal.

De 100 a 126mg/dl: Glicemia em jejum alterada.

Acima de 126mg/dl: Diabetes, sendo necessários outros exames para confirmar a suspeita.

Como lidar com o problema:

Infância: A dedicação e o carinho dos pais são fundamentais para as crianças diabéticas e vêm na forma de orientar sobre os cuidados com a alimentação, monitorar os lanches e torná-los agradáveis (escolar, em festas e recreações).

Adolescência: É necessário saber que nesse período muitos sentimentos contraditórios assolam os jovens e caso ele demonstre que não consegue superá-los ou não é capaz de lidar com o controle da doença, é importante buscar ajuda.

Adulto: Motivar a dieta, a prática de exercícios e o monitoramento dos níveis de glicose sanguínea torna-se uma grande ajuda para que o paciente permaneça saudável.

Idoso: O risco das complicações cardíacas e vasculares é muito maior, portanto, eles necessitam de cuidado individualizado e constante. As consultas médicas periódicas são importantes, assim como a prática de atividades físicas.

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